quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

WPI- NOVO CONCEITO DE ILUMINAÇÃO NO AMBIENTE DE TRABALHO.

O WPI é uma nova forma de se trabalhar aplicada nos escritórios da Philips em diversos países. Esse novo conceito tem a finalidade de transformar o ambiente de trabalho em um local onde as pessoas tenham todas as condições de trabalhar de maneira inteligente, eficiente, sustentável e, ao mesmo tempo, com mais qualidade de vida. A Philips do Brasil, em linha com o objetivo de ser líder em saúde e bem-estar, aderiu a essa maneira inovadora de trabalhar. O projeto proporciona uma estrutura moderna que contempla um novo escritório. O novo espaço foi desenvolvido com foco na necessidade dos usuários. Os ambientes de trabalho foram dimensionados, iluminados e mobiliados de acordo com a atividade que será realizada naquele local. São 8.000m2 distribuídos por quatro andares e não há mais diferenciação estrutural hierárquica e poucas pessoas têm estações de trabalho fixas. Dessa forma, há uma distribuição e ocupação mais inteligente dos espaços. Um dos andares é dedicado aos serviços, como agência bancária, ambulatório, Espaço Mais Vida (relaxamento e massagem), salas de treinamentos e lanchonete. Além disso, a empresa investiu num design que estimula a criatividade e o contato entre as pessoas. Os espaços são coloridos, com mobiliários confortáveis e divertidos e concebidos para que a Philips seja percebida de acordo com a identidade visual adotada globalmente, além de promover o bem-estar nesses ambientes. Outro grande destaque é a iluminação. A empresa investiu em um projeto de iluminação inovador, utilizando as tecnologias mais avançadas e que priorizam a eficiência energética, reduzindo os gastos com energia e primando por um escritório verde.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

EXPOSIÇÃO DA MOSTRA DAS ESCOLAS -PQ' 11

EXPOSIÇÃO DA MOSTRA DAS ESCOLAS – PQ’11 Publicado em dezembro 5, 2010 por PQ11 Foi montada na última sexta-feira a exposição com os trabalhos inscritos na Mostra das Escolas, da Quadrienal de Praga 2011. Mais de cinquenta trabalhos, vindos de várias partes do país, podem ser conferidos. O público pode votar e o resultado será contabilizado como voto popular, junto com os votos dos jurados, para escolher os trinta que irão à Praga, participar da PQ’11. O júri – que será anunciado em breve – se reunirá a partir das 15hs do dia 10 de dezembro, ou seja, no último dia da exposição. Assim que houver um resultado, você poderá acompanhar e visualizar os trabalhos escolhidos no blog da Mostra das Escolas. Exposição dos trabalhos das escolas de cenografia Local: Saguão do Teatro Laboratório da ECA USP Horário: das 9 às 17,entre os dias 06 e 10 de dezembro de 2010. Endereço: Rua da Reitoria, 215, na Cidade Universitária, em São Paulo. Entrada Franca Making of da montagem da exposição

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

SHOW GRUPO SERENÔ SESC DA ESQUINA

É sempre um prazer iluminar um grupo que tem luz própria.
Produção: Loana Campos
Fotos: Leco de Souza

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

MINÚSCULAS LAMPÂDAS IMPLATAVEIS FARÃO VOCÊ BRILHAR

Minúsculas lâmpadas implantáveis farão você brilhar

Redação do Site Inovação Tecnológica - 24/11/2010

LEDs implantáveis criam tatuagens que acendem
Além de serem implantados, os LEDs poderão ser usados em luvas dotadas de sensores, fornecendo informações e exames em tempo real para médicos e cirurgiões. [Imagem: Rogers/Nature]

Implantes eletrônicos

Em uma inovação que supera os conceitos de roupas inteligentes e "computadores de vestir", um grupo internacional de cientistas está desenvolvendo circuitos eletrônicos não para serem usados como roupas, mas para serem implantados sob a pele.

A equipe do Professor John Rogers, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, tem uma extensa lista de proezas na área daeletrônica flexível.

Ele apresentou os primeiros LEDs flexíveis em 2009, aproveitando a tecnologia desenvolvida em seu próprio laboratório para a fabricação de circuitos integrados maleáveis, capazes de suportar deformações extremas.

Agora ele se juntou a uma equipe de colegas da Coreia, da China e de Cingapura para aplicar sua tecnologia de circuitos flexíveis no desenvolvimento de implantes médicos.

Tatuagens que acendem

O resultado é uma folha de minúsculos LEDs que pode ser implantada sob a pele. Embora a imagem imediata que salte do experimento seja a de tatuagens que se acendem, as folhas poderão servir a uma grande gama de aplicações biomédicas.

Os minúsculos LEDs implantáveis têm o formato de um quadrado com 100 micrômetros de lado e apenas 2,5 micrômetros de espessura.

Eles são fabricados sobre um substrato de vidro e depois transferidos para uma folha de um plástico conhecido como PDMS (poli[dimetilsiloxano]), que é biocompatível e disponível comercialmente a um custo muito baixo.

O plástico recobre inteiramente os LEDs, evitando seu contato direto com o organismo, algo que é importante tanto para evitar a eventual contaminação do corpo por elementos usados na fabricação dos LEDs, quanto para evitar que os fluidos corporais deteriorem as pequenas lâmpadas.

LEDs implantáveis criam tatuagens que acendem
A folha de minúsculos LEDs é totalmente flexível e recoberta por um polímero biocompatível, podendo ser implantada sob a pele. [Imagem: Rogers/Nature]

Implante de LEDs

Como possibilidade de aplicação médica, o professor Rogers cita o uso de seus implantes luminosos em suturas cirúrgicas ou como curativos capazes de monitorar a cicatrização.

Mas eles não precisam ser necessariamente implantados. Da mesma forma que é possível fabricar LEDs, é possível construir sensores ópticos.

Com isto, é possível imaginar luvas inteiramente formadas por sensores eletrônicos, capazes de realizar espectroscopia ou outro tipo de análise, fornecendo informações imediatas para um clínico durante o exame ou para um cirurgião durante a operação.

O mais interessante do experimento é que os LEDs usados são componentes inorgânicos tradicionais, e não LEDs orgânicos, feitos de polímeros. O pesquisador aponta como principal razão para isso a maior durabilidade dos LEDs tradicionais e a maior facilidade de sua fabricação, que já está largamente sedimentada na indústria.

Por enquanto as "tatuagens ativas" foram testadas apenas em animais e ainda não há previsão de testes em humanos.

Bibliografia: Waterproof AlInGaP optoelectronics on stretchable substrates with applications in biomedicine and robotics Rak-Hwan Kim, Dae-Hyeong Kim, Jianliang Xiao, Bong Hoon Kim, Sang-Il Park, Bruce Panilaitis, Roozbeh Ghaffari, Jimin Yao, Ming Li, Zhuangjian Liu, Viktor Malyarchuk, Dae Gon Kim, An-Phong Le, Ralph G. Nuzzo, David L. Kaplan, Fiorenzo G. Omenetto, Yonggang Huang, Zhan Kang, John A. Rogers Nature Vol.: 9, 929 - 937 (2010) DOI: 10.1038/nmat2879
-- Valmir Perez Lighting Designer Laboratório de Iluminação Unicamp www.iar.unicamp.br/lab/luz

Árvores que brilham: uma solução genética para a iluminação urbana

Cientistas criam ferramentas biológicas para ampliar fluorescência Imaginem só andar por um parque à noite e ter seu caminho iluminado por fileiras e mais fileiras de árvores que brilham. Se o trabalho de pesquisadores da Universidade de Cambridge evoluir, árvores bioluminescentes podem vir a dar às ruas este cenário de sonhos. E eles já deram o primeiro passo desenvolvendo ferramentas genéticas que permitem transferir facilmente para um organismo os traços que conferem bioluminescência. A natureza está cheia de organismos que brilham no escuro, mas sua luz é muito fraca para permitir a leitura, por exemplo. Para reforçar esta luz, a equipe de jovens pesquisadores, que participou de uma competição internacional do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), modificou o material genético de vaga-lumes e da bactéria marinha Vibrio fischeri para aumentar a produção e atividade das enzimas responsáveis pelo seu brilho. Eles criaram ainda componentes genéticos, ou "tijolos biológicos", que podem ser inseridos no genoma de outros organismos. Os estudantes foram capazes de produzir várias gamas de cores ao introduzirem estes genes em bactérias Escherichia coli e descobriram que uma cultura do tamanho de uma garrafa de vinho produz luz suficiente para a leitura. - Acabamos não produzindo as árvores bioluminescentes, que eram a inspiração do projeto - diz Theo Sanderson, integrante da equipe. - Mas decidimos montar peças que permitirão que futuros pesquisadores usem a bioluminescência de forma bem mais eficiente. As plantas bioluminescentes também podem ter um apelo especial para as pessoas cujas casas não estão conectadas às redes de eletricidade. Estas luzes vivas não quebram e novas "lâmpadas" podem ser produzidas apenas cultivando mais plantas. A equipe calcula que, para competir com um poste comum, uma árvore bioluminescente teria que desviar para a iluminação apenas 0,02% da energia obtida pela fotossíntese. Mas poderemos ver em breve árvores que brilham iluminando nossas ruas? Não tão cedo, admite Alexandra Daisy Ginsberg, designer e artista que assessorou a equipe: - Já temos as lâmpadas. Não vamos gastar dinheiro produzindo um substituto para algo que já funciona muito bem - diz ela, que por outro lado vê na "bioluz" um atrativo especial. - Há algo de muito visceral numa luz viva. Se você tem que alimentar e cuidar dela, ela se torna mais preciosa. Mas um organismo vivo pode produzir luz sem ser bioluminescente? Sim, desde que esteja cheio de nanopartículas de ouro. Uma equipe liderada por Yen Hsun Su, do Centro de Pesquisas Científicas Aplicadas de Taipei, Taiwan, mergulhou um espécime de Bacopa caroliniana, uma planta comumente usada em aquários, em uma solução de nanopartículas de ouro. Quando ela foi exposta à luz ultravioleta, os elétrons do ouro foram energizados, fazendo com que emitissem uma luz azul. (O Globo, 26/11)